loja de livros, revistas, artesanato, mobiliário, vinhos, galeria, café-concerto
R. do Almada, 443, Porto
maria.outras@gmail.com
www.mariavai.com
horário:de 3ª a sábado: 22h00-02h00
descanso: domingos, segundas e feriados
WIRELESS GRATUITO
Wednesday, October 29, 2008
Sunday, October 26, 2008
A cosmorama edita e a a maria vai com as outras apresenta, no dia 1 de Novembro, pelas 22h30.

Acabada de chegar, uma revista para entreter os dias de Outono.

3,50 euros.

Acabada de chegar, uma revista para entreter os dias de Outono.

3,50 euros.
Sunday, October 19, 2008
Saturday, October 18, 2008
Wednesday, October 15, 2008
À vossa espera: revista criatura, n.2, setembro 2008

No one will ever save you if no one can ever find you
de tanto inclinares o corpo para o medo tropeçaste
nesse quarto vermelho que trazes no peito. suspeito
de crimes desmesurados nele cometidos escritos
a meia-luz com metade dos teus dias. deixa apenas
um pouco menos de silêncio à porta e espera por mim.
abrirei as mãos para te revelar o fim da história.
pedro jordão
revista criatura
Friday, October 10, 2008
Friday, October 03, 2008
Wednesday, October 01, 2008
Há palavras acesas como barcos: noite maldita

leitura de poemas de Mário Cesariny
aparece com a tua poesia, os teus escritos, os teus livros
partilha o que gostas, o que lês, o que escreves
Noites de poesia na maria vai com as outras
todos os meses
na primeira sexta-feira
Thursday, September 25, 2008
Wednesday, September 24, 2008
Wednesday, September 03, 2008
Wednesday, August 20, 2008
Monday, July 21, 2008
A maria vai chinelar por aí
a partir do dia 27 de Julho

Regressa no dia 5 de Setembro

Até já
---
Entretanto apareçam nas noites de 25 e 26 de Julho para as últimas danças e discos pe(r)didos

Regressa no dia 5 de Setembro

Até já
---
Entretanto apareçam nas noites de 25 e 26 de Julho para as últimas danças e discos pe(r)didos
Saturday, July 19, 2008
Wednesday, July 09, 2008
Monday, July 07, 2008
Festival SET na maria vai com as outras

2ª edição do festival SET
O SET - Semana das Escolas de Teatro visa reunir todas as escolas do país - profissionais, superiores e universitárias - de teatro ou com cursos ligados à área teatral, numa mostra de sete dias, a decorrer na Cidade do Porto.
SET, dia 8 de Julho
Catálogo, 24h00
dança/performance por Flávio Rodrigues
15 m
Sinopse:
"Catalogo" é o resultado duma pesquisa sobre o corpo masculino em diferentes imagens esculpidas por escultores gregos e romanos, estas esculturas após captadas, inseridas num corpo actual, e seguindo o seu movimento para uma nova imagem, cria esta intervenção num espaço público que passou a ser um espaço performativo. "Catalogo" visa renascer estes corpos num corpo actual, não pretendendo mostrar a escultura copiando-a, mas sim trazendo-a e inserindo-a na contemporaneidade. O coreografo de "catalogo" usa as esculturas como forma de mostrar a evolução do corpo, e a imagem a que estes se sujeitaram ao longo da evolução deste".

Sala de Espera, 24h30
performance teatral, por Vitor Daniel Fernandes
20 m
Sinopse:
Sala de espera. O local onde tudo começa: esperas pelo tempo e não dás conta que o tempo espera por ti. O início de uma viagem onde pensas em tudo e em nada.
E se a vida é uma sala de espera? O que fazes? Sentas-te e esperas?
Festival SET
programa
Tuesday, June 24, 2008
maria vai com AlmaDaRua,
Sábado, 28 de Junho, 12h00-24h00

exposição de pintura/ilustração por Raquel Costa:
rouge est la couleur du sang
"(...)Vermelho é a cor do sangue, e o sangue carrega em si todas as possibilidades da vida, todas as possibilidades do corpo: a fecundidade, o amor, a fragilidade, a ferida, a dor, a morte.(...)"
promoções:
40% produtos Koziol
25% a 50% artigos vários de papelaria
10% a 15% livraria
Secção de discos perdidos por Control+Alt+Delight

+info: almaDarua
maria vai com as outras - site em construção
AlmaDaRua, Sábado, 28dejunho, 12h-24h
numa iniciativa conjunta, várias lojas da rua almada unem-se para criar
a l m a (da) r u a
um evento promocional e cultural que visa apresentar o conceito das lojas, levar as pessoas a descobrir formas mais alternativas de estar no centro da cidade e a usufruir delas
--


um evento promocional e cultural que visa apresentar o conceito das lojas, levar as pessoas a descobrir formas mais alternativas de estar no centro da cidade e a usufruir delas
--


rouge est la couleur du sang,
exposição de pintura/ilustração
a partir de sábado, 28 de junho

«Assumindo as funções corporais enquanto uma espécie de linguagem simbólica, cada trabalho ilustra parcelarmente um processo de aquisição da consciência do corpo: de que é feito? para que serve? será que eu sou o meu corpo? Explorando simbolicamente essas mesmas funções corporais enquanto veículo de percepção das suas limitações e possibilidades, cada ilustração exibe ainda a marca autobiográfica de uma identidade: é a artista que investiga o seu próprio corpo, deixando sempre presentes vestígios da forte carga poética e literária que sustenta todo o processo criativo. No fundo, procura-se uma espécie de poética do corpo que traduza, ainda que implicitamente, considerações sobre o amor, o medo, e a morte. São resgatados os símbolos usuais — o coração, a cabeça, as vísceras — e depois exploradas as metáforas habituais com uma intenção de desconcerto: se o próprio corpo falha e adoece e dói, para que lhe serve ainda a invenção do amor?
É evocada a frase de Louise Bourgeois: rouge est la couleur du sang. Esse é o símbolo primordial, do qual tudo emerge; a redundância — constatação do óbvio — da expressão designa ela própria uma manifestação da consciência da forte carga simbólica da cor. Vermelho é a cor do sangue, e o sangue carrega em si todas as possibilidades da vida, todas as possibilidades do corpo: a fecundidade, o amor, a fragilidade, a ferida, a dor, a morte.
Este processo ilustrativo tem início com um poema de Margaret Atwood, The woman who could not live with her faulty heart:
I do not mean the symbol
of love, a candy shape
to decorate cakes with,
the heart that is supposed
to belong or break;
I mean this lump of muscle
that contracts like a flayed biceps,
purple-blue, with its skin of suet,
its skin of gristle, this isolate,
this caved hermit, unshelled
turtle, this one lungful of blood,
no happy plateful.
All hearts float in their own
deep oceans of no light,
wetblack and glimmering,
their four mouths gulping like fish.
Hearts are said to pound:
this is to be expected, the heart's
regular struggle against being drowned.
But most hearts say, I want, I want,
I want, I want. My heart
is more duplicitious,
though no twin as I once thought.
It says, I want, I don't want, I
want, and then a pause.
It forces me to listen,
and at night it is the infra-red
third eye that remains open
while the other two are sleeping
but refuses to say what it has seen.
It is a constant pestering
in my ears, a caught moth, limping drum,
a child's fist beating
itself against the bedsprings:
I want, I don't want.
How can one live with such a heart?
Long ago I gave up singing
to it, it will never be satisfied or lulled.
One night I will say to it:
Heart, be still,
and it will.»
raquel costa
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