Wednesday, April 06, 2011

Sessão de cinema, projecções do covil, 18h

6 de abril, 21h00, entrada livre: concertos

Um dos concertos mais complicados de conseguir dos últimos tempos, mas dois dos projectos mais interessantes que a toca se orgulha de trazer à inbicta, a acontecer no Maria Vai Com As Outras. Um espaço que ainda preserva o cheirinho a underground, por nós apreciado!

DON VITO - trio de Leipzig (Alemanha) constituído por um baterista, um guitarrista e uma baixista. Isto poderia ser a descrição de qualquer banda de rock, mas neste caso está bem longe da realidade. Não existe nenhuma outra banda que faça tanto barulho com tanta criatividade. As mudanças súbitas de ritmo, os rufos imaginativos da bateria e o excesso de energia constituem um dos trios mais viajados, com vários tournés em sitios tão distantes como a china, vêm pela primeira vez ao Porto pelas mãos de uma toca nómada e activa.
Oportunidade única no Porto com novo Vinil feito em colaboração com o artista Abraxas Apparatus.

http://www.myspace.com/donvitorockt
http://www.youtube.com/watch?v=rOUmgBdDUOk&feature=related


PNEU - duo francês de guitarra e bateria que toca math rock com a ferocidade de uma banda punk. Os seus concertos são como estar a ouvir uma orquestra de martelos pneumáticos ou como levar com um piano em cima da cabeça. Acabam de editar o álbum “Highway to Health” e vêm a Lisboa pela segunda vez como banda suporte dos Don Vito. Consta por ai que andam solicitados para festivais, mas a sua estreia cá é igualmente momento de culto underground Toquiano!

http://www.myspace.com/pneupneu

NOME - Diz se que recentemente levaram o seu culto á capela centenária e mística do mosteiro de Sanfins! Um dos projectos mais secretos dos últimos tempos. Nome têm insistido numa relação mais próxima com a performance, o corpo e o espaço. Como prova desta brutal relação que nos é constante em projectos como a toca. Convido a checkarem os recentes videos do colectivo na performance no equinócio de primavera. Um verdadeiro momento de culto, cujos vestígios e ressacas continuam a ganhar forma! Apareçam para a exaltação da comunicação! O chifrudo nem sempre se assume á descarada. Aparece fora do obvio... Concerto Performance Cabra Cega.



http://www.youtube.com/watch?v=64Sefwc8TqU

http://www.youtube.com/watch?v=Cc-pbL7AIG0&feature=related


(TOCA e ATR)


Entrada: Tendo em conta as várias problemáticas da crise e outras mentes relativas aos "espaços alternativos do Porto" a confirmação deste evento chega tarde, mas chega bem e por isso a entrada é de livre contribuição!

Será um dos últimos eventos promovidos pela TOCA antes do festival arraial Toca no Bicho, pelo que decidimos fazê-lo o mais acessível possível!!! Apareçam!


R. do Almada, 443, Porto

Wednesday, March 23, 2011





Adaptação da peça de Tennessee Williams - Cat on a Hot Tin Roof (1955).

Encenação de Tó Maia
Elenco:
Alexandre Rodrigues
Carla Carmelo Rosa
Eva Lima
Tó Maia
Gina Mendes

Apoio: Anjos Urbanos
Produção: Armazém Númerum

de 26 de Março a 3 de Abril (excepto 28 de Março, segunda-feira)
21h45

reservas:
962657894
912969687
armazemnumero@gmail.com


entrada: 5 euros (4 euros p/ estudantes)


SINOPSE

Brick é um ex - jogador de basebol. Após a morte do seu colega de equipa e amigo Skipper, com quem se supõe ter mantido uma relação menos convencional, entrega-se à bebida. Maggie, mulher de Brick, participa na relação ambígua dos dois, acabando por ter um caso com Skipper. Este acontecimento, apresenta-se como uma tentativa por parte do Skipper em provar a si próprio e a Maggie que o seu sentimento por Brick não tem qualquer significado para além da amizade. A sua tentativa não evitou que a “verdade”, que procurou matar, se tornasse a razão da sua fuga para a morte.

Este passado assombra a vida de ambos. Ele encontra no álcool a sua fuga. A verdade sobre a sua relação com o Skipper não pode ser partilhada, só a si pertence. É algo que se deve manter limpo e intocável. Ela prefere a fria lucidez. Resiste à indiferença e rejeição daquele que ama, à vigília permanente da intimidade de ambos por parte da família de Brick, que esperam dela o cumprimento dos seus “deveres conjugais” e a legitimação do seu casamento: um filho. É a sua capacidade de resistência que a torna a “Gata em telhado de Zinco quente”.
Papá Pollitt, patriarca da família e que festeja o seu 65º aniversário, confronta o filho com a causa do seu declínio. Durante um exaustivo duelo entre ambos, Pollitt torna Brick cúmplice da morte do amigo, por se ter recusado enfrentar e partilhar a “verdade” que também o envolvia. A sua intolerância foi fatal. É desta “verdade”, acredita Papá Pollitt, que Brick quer fugir, mas não consegue.
Esta acusação provoca uma inversão no confronto com a “verdade”. Papá Pollitt também terá de enfrentar a verdade que em breve se anunciará sobre si. O relatório médico que lhe confere um bom estado de saúde, após vários anos vividos sob a sombra da morte, é falso. Um presente cuidadosamente envenenado.
“Quem consegue enfrentar a verdade…” pergunta Brick

Tuesday, March 22, 2011

Friday, March 18, 2011

concerto kanukanakina: 21h30, Sábado, 19 de março





kanukanakina



a convite da editora A GIANT FERN RECORDS

vamos lançar uma cassete,com alguma força que poderá mesmo partir!

apareçam! nem que depois desapareçam.

miguel pipa

Thursday, March 10, 2011

Concerto: Quarteto mortal de Kaplan, 12 de março, 22h30,






Quarteto mortal de kaplan

Projecções do covil: 12 de março, 18h00

JOSÉ VAL DEL OMAR - TRÍPTICO ELEMENTAL DE ESPAÑA

Aguaespejo Granadino (1953-55)




Fuego en Castilla (1958-60)




Acariño Galaico (De Barro) (1961/1981-82)




With an extraordinary artistic and technological talent, Val del Omar was a ''believer in cinema'' inspired by new horizons that he formulated in the term PLAT – representing the totalizing concept of a ''Picto-Luminic-Audio-Tactile'' art – apart from being a contemporary and a comrade of Lorca, Cernuda, Renau, Zambrano and other figures of a Silver Age of the Spanish culture, interrupted by the Civil War. In 1928 he anticipated various of his most characteristic techniques, including the ''apanoramic overflow of the image'' beyond the limits of the screen, and the concept of ''tactile vision''. These techniques. and those of ''diaphonic sound'' and other explorations in the field of electro-acoustics, would be applied in his Tríptico Elemental de España [Elementary Tryptich of Spain], begun in 1953 and only finished after his death. His work and tenacious research activity – quite against any tendency of misunderstanding and forgetfulness – did not begin to be rediscovered until shortly before his death, though it has constituted the beginning of a renaissance that continues to draw followers. ''Endless'', as he would put at the end of his films.

valdelomar

Tuesday, March 01, 2011

Sunday, February 06, 2011


"por vezes, a unidade não basta. uma palavra diz pouco, uma cor é tédio e devemos fugir da solidão a todo o custo, pois, caso contrário, arriscamo-nos a cair no fundo poço da loucura.

numa sociedade onde cada vez mais se vive sob o lema “cada um por si” e onde quem grita mais alto é que é, pretendeu-se valorizar a união.

nesta exposição, e como em muitas coisas na vida, o importante é o conjunto, as partes apenas funcionam como pertencentes a um todo e nada valem por si só.

dois olhos vêem mais do que um. duas cabeças pensam melhor do que uma. mais vale andar de mãos dadas do que de mãos nos bolsos.


engenheiro civil de profissão, trocou a capital pela invicta depois de terminar os estudos, onde cedo se apaixonou e foi deixando crescer raízes.

quando tem tempo livre dos cálculos de momentos flectores e das compras do pingo doce, aproveita, sobretudo, para dormir mas também para fotografar o que vê e escrever o que sente.

entre as suas capacidades mais relevantes, destacam-se ainda o grande domínio da bisca dos sete, damas chinesas, quem é quem? e stop (quando não mete marcas de automóveis)."

Alexandre M. Ferreira

+ fotos

balão d'ar

Thursday, February 03, 2011

back to the past




A partir das 23h, ambiente sonoro revivalista pela dj Wolf.

Tuesday, January 18, 2011

HYAENA FIERLING REICH
cosmobruitism/acousmatic/experimental/harsh noise



entrada: 1,5 euros

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Ana Cordeiro Reis, Lisboa 1977.
Desenvolve trabalho no campo da acção sonora desde 1999 como
compositora e investigadora no campo da dinâmica sonora; dedica-se à música
experimental/improvisada/noise desde 1996.
O seu trabalho é baseado na experimentação e improvisação, envolvendo
a captura de sons e ambientes sonoros (trabalho de campo) bem como
programação e montagem (baseada nos cânones do som no cinema) de
sequências sonoras provenientes de fontes sonoras pouco ortodoxas -
objectos de metal e madeira, pedras, diversos instrumentos (guitarra baixo
preparada, Hexluth - alaúde electrificado, sintetizador Moog) ou a exploração
do som em espaços com características acústicas específicas – sequências
sonoras essas posteriormente montadas e sequenciadas segundo técnicas de
composição de banda sonora, ultrapassando as fronteiras do som e da música
experimentais no espaço fílmico. Em 2006 cunhou o novo género musical
Cosmobruitismo com a sua peça Cataclypsa Galakteia, uma colisão frontal
entre o Aerobruitismo e o Grindcore.

Wednesday, January 12, 2011

Something to remember you by


"o meu hábito de carregar a máquina fotográfica veio com o desejo de relembrar os dias, as pessoas que passam, os amigos que estão longe.

o hábito trouxe a dependência pela mão e dessa relação nasceram todas estas fotografias.



a selecção que erige a exposição teve como critério a zona de encontro entre a minha memória de certo momento e a imagem captada. quanto maior a área de intersecção, maior a probabilidade de ser escolhida.

e foi com esta análise analítico-emocional que cheguei a este ponto: uma parede com 50 fotografias, cada uma delas assentes numa memória que guardo.


num próximo momento, esta exposição será a 51ª imagem."

Matilde Viegas


cartaz: menina limão

Thursday, January 06, 2011

Sessão de cinema, 22 de Janeiro 2010, 18h00.
Projecções do Covil



Runs Good (1971)


"As seen in this film, the surrealist cinema of the 1970s works with tools the original surrealists never dreamed of: solarization, multiple exposures, "artificial" contrast, varying image size, negative color, three-dimensional effects. The title comes from the windshield of a battered old car in a used-car lot." Amos Vogel, Film as a subversive art





Water and Power (1989)



”This rarely screened 1989 masterpiece by Pat O'Neill is a moving meditation on industrialization, focusing on the dystopic desert created by Los Angeles's vast water consumption. O'Neill conceived the film partly as an answer to Godfrey Reggio's mind-numbing Koyaanisqatsi (1983), a hypnotic inventory of touristy landscapes showing a world out of balance. In contrast O'Neill creates images full of internal contradictions, using optical printing to collage different locales and suggest the inevitable conflict of industry and nature. One slow dissolve between the Owens Valley desert and Los Angeles at night suggests a direct cause and effect: the city flourished only by despoiling the land. Using time lapse to make weather changes visible, O'Neill renders people as fleeting shadows whose power to alter the landscape fails to mitigate the fragility and shortness of human life on a geologic scale.” – Fred Camper, The Chicago Reader



Tuesday, January 04, 2011

Wednesday, December 29, 2010

Depois da metamorfose, o regresso





REABERTURA DIA 31 DE DEZEMBRO DE 2010
22H36
PASSAGEM DE ANO
ENTRADA LIVRE

Apareçam!